NR35, o trabalho em altura e o traumatismo cranioencefálico: o porquê dos exames complementares para o trabalho em altura

NR35, o trabalho em altura e o traumatismo cranioencefálico: o porquê dos exames complementares para o trabalho em altura

A Norma Regulamentadora de número 35 (NR35) versa sobre o trabalho realizado em altura, que foi definido  como toda atividade exercida acima de 2,00m do nível inferior, onde haja risco de queda, ou seja, todo o trabalho em que o funcionário fique distante do nível inferior 2,00 m ou mais, tendo como referência a distância  dos seus pés ao nível inferior. Sendo assim, se o seu funcionário trabalha com uma altura igual ou superior a 2,00 m, tendo como referência a distância entre os pés ao chão, já podemos considerar que existe trabalho em altura na sua empresa. https://www.youtube.com/watch?v=wXJNIFI02eE

Todas as normas regulamentadoras existentes regulam problemas comuns, e que geram grande custo para a sociedade. Sendo assim, a NR35 tenta diminuir o número de casos de mortes e acidentes decorrentes das quedas em altura no ambiente de trabalho. https://www.youtube.com/watch?v=OnS6rPwnWeU

O volume das quedas e acidentes do trabalho é tão grande que, além do Ministério do Trabalho definir a NR35,  criou a Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho nesse ano (CANPAT 2018), tendo como tema as quedas de trabalho em altura (http://trabalho.gov.br/seguranca-e-saude-no-trabalho/canpat-2018), que evidenciou que os locais onde mais ocorrem acidentes com quedas em altura são:

1- Construção civil;
2- Hospitais e similares;
3- Transporte de carga;
4- Comércio.

É importante deixarmos claro que as quedas da própria altura ou as quedas de altura, levam ao trauma cranioencefálico, que é a lesão dos tecidos cerebrais, dos tecidos que envolvem o cérebro e/ou dos ossos do crânio, que podem levar a morte. https://www.youtube.com/watch?v=CT4gjIUch2o

No Brasil, o traumatismo cranioencefálico é uma das principais causas de morte traumática, e um grande número decorridas das quedas, o que fez criar a NR35, com o intuito de evitar as mortes decorrentes das quedas no trabalho. As quedas são a principal causa de internação por causa externas no Sistema Único de Saúde (SUS), sobretudo nos idosos. https://www.youtube.com/watch?v=5HcQicrB5w8

Vale lembrar que quando o traumatismo cranioencefálico não leva à morte, pode causar severas sequelas para o indivíduo, como cegueira, paraplegia, hemiplegia, distúrbios da fala e da audição, assim como, geralmente, elevam os custos com as sinistralidades dos seguros saúde, internações e com os afastamentos junto ao INSS. Sempre é melhor prevenirhttps://www.youtube.com/watch?v=ksBBRo7NB-0&t=72s

NR35 define diversas exigências que todas as empresas precisam realizar, inclusive os treinamentos para o trabalho em altura, que são importantíssimos, mas não são o escopo do nosso texto. https://www.youtube.com/watch?v=OnS6rPwnWeU

O programa de saúde da empresa (PCMSO), desenhado exclusivamente pelo médico do trabalho do empreendimento, determina todos os exames clínicos e complementares e suas periodicidades, que devem ser feitos por todos os funcionários da empresa, em suas respectivas funções, o que exige do médico do trabalho, o pleno conhecimento das características da empresa, inclusive se há o trabalho em altura. http://blog.healthwork.com.br/o-que-o-meu-funcionario-eletricista-precisa-para-trabalhar-na-minha-empresa

Havendo o trabalho em altura, e conforme exigência da NR35, o médico do trabalhodeve propor medidas que investiguem todas as possíveis causas e doenças que possam levar um trabalhador a sofrer um mal súbito no trabalho, inclusive com a investigação dos fatores psicossociais.

Sendo assim, toda empresa que possua trabalho em altura, deve, obrigatoriamente, e através do médico do trabalho, pesquisar as fobias e os transtornos psiquiátricos que possam levar alguém a sofrer uma queda ou acidente em altura, que muitas vezes é fatal. http://blog.healthwork.com.br/esocial-e-os-exames-ocupacionais-o-que-fazer

Para exemplificar o que explicamos, basta imaginar a situação da contratação de um funcionário que exercerá sua função de Ajudante Geral de obra em altura, tendo como o seu primeiro emprego nessa função a atual contratante, que não se preocupa com o programa de saúde (PCMSO), muito menos com os corretos exames ocupacionais. http://blog.healthwork.com.br/por-que-a-sua-empresa-precisa-de-uma-medicina-do-trabalho-de-qualidade-por-que-a-healthwork

Então, mesmo sem os treinamentos exigidos pela NR35, e sem a realização dos exames ocupacionais obrigatórios, o funcionário é contratado para o seu primeiro emprego e inicia o seu primeiro dia na empresa. Porém, ninguém sabe que ele possui fobia de altura, e no seu primeiro dia, assusta com a distância do trabalho para com o chão, entra em pânico, sofre um acidente e morre no trabalho. E agora? Quanto custa a vida de alguém? Será que ser negligente e imprudente vale a pena? É claro que não, pois a vida de alguém não tem preço. http://blog.healthwork.com.br/meu-funcionario-pode-voltar-ao-trabalho

Outro ponto importante é sobre as doenças cardíacas, doenças neurológicas, doenças metabólicas, entre outras, que devem ser sempre investigadas nas consultas ocupacionais (admissional, periódico, mudança de função, retorno ao trabalho e demissional), evitando que um trabalhador doente tenha uma queda no ambiente de trabalho, neste caso sob trabalho em altura. https://blog.healthwork.com.br/pcmso-e-o-aso-avulso-com-o-esocial-e-possivel

Sendo assim, é imprescindível que o médico do trabalho determine exames como a glicemia de jejum, por exemplo, que poderá confirmar a diabetes, principalmente a diabetes dependente de insulina, muitas vezes sonegada no questionário médico do exame admissional, pelo candidato a funcionário da empresa. http://blog.healthwork.com.br/meu-funcionario-pode-ser-demitido-sem-exame-demissional-com-o-esocial

Vamos imaginar, por exemplo, o caso de um candidato a funcionário de uma empresa que possui trabalho em altura, que esconde a informação da diabetes sob uso de insulina para o empregador, e que no seu primeiro dia de trabalho (sem os devidos exames clínicos e complementares), administra sua dose de insulina, mas que em virtude da grande ansiedade do primeiro dia de trabalho, esquece de se alimentar no café da manhã, apresentando uma hipoglicemia (baixo nível de açúcar no sangue) em altura, caindo sob o chão, seguido da morte do novo funcionário. E agora, o que fazer? http://blog.healthwork.com.br/quais-exames-devem-ser-feitos-num-exame-admissional

Por isso, procure uma empresa de medicina do trabalho que realmente tenha condições de atender o seu empreendimento, e que se preocupe com a saúde dos seus funcionários, realizando a sua finalidade: a prevenção das doenças e dos acidentes no trabalho.

Healthwork conta com uma equipe de médicos do trabalho especialistas, todos especializados pelas melhores faculdades e cursos de medicina do trabalho do país, e de psicólogos especializados e treinados para atender todas as exigências da NR35 e proteger a saúde dos seus funcionários e sua empresa. Além disso, a Healthwork possui um local adequado para o atendimento dos seus funcionários, e em todas as suas unidades possui diversos consultórios preparados para atender pessoas, com respeito e humanismo, além de possuir todos os exames complementares que o seu funcionário necessitará realizar na data do exame. https://www.youtube.com/watch?v=iRM_ThuCWLg&t=102s

Seu funcionário chegará numa das unidades da Healthwork e realizará todos os exames no mesmo dia, o que facilita muito para a vida do futuro empregado e para a vida da empresa cliente. http://blog.healthwork.com.br/quais-exames-devem-ser-feitos-num-exame-admissional

Esperamos que após a leitura do texto, o empregador entenda a real necessidade do PCMSO e sua ligação com o exame admissional, além das diversas diferenças dos exames para cada função na mesma empresa.

Para o grande sistema eSocial, será importante o recebimento da informação de quais, como e quando foram realizados todos os exames ocupacionais (admissional, periódico, mudança de função, retorno ao trabalho e demissional), e se preencheram os pré-requisitos determinados no programa eSocial. https://www.youtube.com/watch?v=CT4gjIUch2o

Para o gestor, deve ficar claro que todas as informações deverão ser passadas sob um formato e linguagem digital exigidos no eSocialdentro dos prazos determinados para cada evento. https://www.youtube.com/watch?v=OnS6rPwnWeU

Por isso, se sua empresa ainda não se preparou para esse grande banco de dados, cuidado, pois a autuação chegará por um clique. Pense nisso.https://www.youtube.com/watch?v=wXJNIFI02eEVocê sabia que a Healthwork possui processos Lean bem desenhados e uma importante parceria com o Lean Institute Brasil para cada vez melhor atender a sua empresaAlém disso, sabia que possuímos um sistema 100 % internet preparado para a linguagem do eSocial?https://www.youtube.com/watch?v=iRM_ThuCWLg&t=1sO que achou do nosso post? O que acha de assinar gratuitamente a nossa newsletter? https://www.youtube.com/watch?v=iRM_ThuCWLg&t=8sVenha para a experiência perfeita!

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